Como todo santo domingo, é dia de macarrão no sítio. Foda que acabou o gás e sabem né, interior não tem estes serviços 24 h que vocês encontram aí nos grandes centros. Preguiça de cortar lenha e utilizando a tecnologia e toda minha astúcia… deu tudo certo e pude saborear uma das melhores macarronadas que dona Caipira fez até hoje! Aprendam e nunca mais fiquem na mão…
Todo mundo tem até por hábito, falar mal do serviço prestado pelos órgãos públicos no Brasil. Reclamam das filas, da morosidade, da burocracia, do mau atendimento, etc. Concordo com tudo isso, mas também temos que ver o outro lado e os motivos que levam a tudo isso. Mas pra isso seria necessário uma visão interna de como funciona “a máquina” pública por aqui. Consegui de uma… E o resultado é assustador!
Uma velhinha andava pela calçada arrastando 2 sacos plásticos de lixo. Um dos sacos estava rasgado e de vez em quando caía uma nota de 20 reais pelo buraco. Um policial que observava, parou e disse : – Senhora, tem dinheiro caindo desse saco plástico aí. – É mesmo? Droga! – respondeu a velhinha. – Melhor eu voltar e ver se pego as que caíram.. obrigado seu guarda por me avisar… – Peraí senhora, onde conseguiu todo esse dinheiro? A senhora não roubou ele não, né? – Não, não… sabe seu guarda, o meu quintal dá para um campo de futebol.. e um monte de jogadores vão lá e urinam por um buraco que tem na minha cerca, direto no meu canteiro de flores… Isso realmente me incomodava, sabe… matava minhas flores… então eu pensei… porque não se aproveitar dessa situação? Agora eu fico bem quietinha, atrás do buraco na cerca , com a minha tesoura de jardim, e toda vez que algum jogador enfia o ‘negócio’ através da minha cerca, eu pego ele de surpresa, agarro aquilo e digo: “OK amigão, ou você me paga 20 reais ou eu corto essa coisa!” – Parece justo, diz o policial rindo da história.. OK, boa sorte pra senhora! Mas, a propósito, o que tem no outro saco? – Bem, você sabe né, seu guarda… nem todos pagam!
Um velho estancieiro de Bagé vai ao cinema e o porteiro pergunta: – O que é isso no seu ombro? – É meu galo de estimação, raça legorn, comprei na exposição de Esteio, tchê. – Lamento, senhor, mas não permitimos animais no cinema. O índio velho aparentemente concorda. Vai ao toalete e enfia o bicho na bombacha. Volta, compra o ingresso, entra e senta-se ao lado de duas idosas. Quando o filme começa, o gaudério abre a bragueta para o galo véio respirar e o bicho bota o pescoço pra fora, todo feliz. Uma das idosas cochicha para a outra: – Acho que o velho ao meu lado é um, um tarado. – Por quê? – indagou a outra. – É que o cara botou o negócio pra fora! – Ah, não te preocupa, na nossa idade nós já vimos de tudo. – Eu também pensava a mesma coisa, mas o negócio dele tá comendo a minha pipoca! =====
A esposa, muito dedicada, pergunta ao marido: – Benhê, quer que eu te traga o café, aqui na cama? – Não. O Viagra me tirou a fome. Na hora do almoço ela pergunta: – Você quer que eu faça um arroz, um bife e uma salada? – Obrigado, mas aquele Viagra me deixou sem apetite. De noitinha ela insiste: – Você não gostaria de uma sopinha quente,querido? – Ah, nem adianta. O Viagra me deixou sem vontade até de jantar. – PORRA!! Então sai de cima de mim porque EU estou morrrrrrrta de fome!
Às vezes é naquele momento em que a gente vai tomar uma água que tudo acontece, comigo é sempre assim! E voltamos com aquela cara de tacho sem saber o aconteceu, #triste isso.